quinta-feira, 10 de maio de 2012

Brasil enfrenta o desafio de formar novos leitores

No dia 23 de abril, o governo federal anunciou um investimento, via ministério da Cultura, de R$373 milhões na construção e revitalização de bibliotecas; contratação de agentes de leitura e na realização de feiras e festivais de literatura. Segundo a chefe da pasta, Ana de Hollanda, “a leitura não é um ato reflexo, aprendido naturalmente. É resultado de uma sofisticada operação, aprendida ao longo de anos e que, por isso mesmo, precisa ser cultivada cuidadosamente, para além dos muros da escola”.
Reconhecer na leitura um raciocínio crítico significa reputar ao leitor o papel de produtor de sentidos, capaz de romper com os aspectos superficiais do texto. É quando a atividade ganha outros significados, conferindo ao sujeito aquilo que os estudiosos chamam de “competência leitora”. A posição é defendida pelapesquisadora e doutoranda em História da Leitura, Rosária Boldarine. “A competência leitora não é uma qualidade inata. Requer um trabalho árduo que deve ser iniciado na escola”, adverte.
Pesquisa revela que 75% dos entrevistados jamais pisaram em uma biblioteca.
No momento em que o país passa por um desenvolvimento econômico inigualável, com queda nas taxas de mortalidade infantil e aumento dos índices de escolaridade na última década, segundo o Censo 2010 do IBGE  ainda que a passos lentos, e muito distante do alcançado por países ricos –, surge no horizonte o desafio de devolver à leitura o prestígio e a utilidade de outrora.
Pesquisa encomendada pelo Instituto Pró-livro e Ibope Inteligência, a terceira edição do mapeamento “Retratos da Leitura no Brasil”, mostra que ler está entre as atividades menos cotadas dos entrevistados. O total de pessoas que afirmam cultivar o hábito de ler em seu tempo livre caiu, entre 2007 e 2011, de 36% para 24%.
Outro dado levantado pelo estudo, um dos mais repercutidos, dá conta que 75% dos entrevistados jamais pisaram numa biblioteca.
Para atrair potenciais leitores, as novas bibliotecas a serem construídas pelo governo estarão situadas em locais que reúnem outras atividades além da leitura, como é o caso dos telecentros e praças. Acredita-se que a diversidade de usos possa gerar uma nova circulação de interesses, aproximando as pessoas dos livros.
Novos Leitores
A formação de novos leitores normalmente acontece pela convivência e pelo estímulo desempenhado por outros atores sociais, tais como a família, demais leitores e até professores. Segundo a pesquisadora Boldarine, “um leitor dificilmente se forma sozinho. Inúmeros estudos indicam a necessidade de um mediador no início da prática leitora”.
Incidem também nos costumes as transformações históricas recentes nos arranjos familiares tradicionais. “Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, e as novas configurações para a família, as crianças dificilmente têm em casa um momento para que o incentivo à leitura ocorra”, avalia Boldarine.
Escola
Formar leitores no ambiente escolar, sujeito a todas as regras da convivência institucional, ainda é um desafio. “A leitura aparece como uma forma de controle do professor sobre o aluno”, argumenta a professora Raquel Lazzari, livre-docente em Didática pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). “O aluno passa a atuar como tradutor da leitura do professor, e não como leitor”, diz.
Geralmente, é necessário um mediador no início da prática leitora.
“Muitas vezes o aluno internaliza o princípio segundo o qual sua leitura deve ser balizada pelas referências construídas pelo professor”, alerta Lazzari. Segundo ela, embora as práticas de leitura estejam vinculadas à escolaridade, é necessário debater como ampliá-las dentro e fora da sala de aula.
Para Lazzari, é importante criar uma condição favorável para avaliar as situações em que a leitura ocorre, tais como os critérios ao se decidir por esse ou aquele texto. “Muitas vezes ensina-se literatura para aprender Gramática, História ou para redigir melhor. Mesmo obras de reconhecido valor artístico perdem na escola seu poder de encantamento. Houve avanços, mas ainda há muito por fazer”, reforça a professora.
Lazzari aponta ainda que a leitura não está destinada apenas a apreensão de um conteúdo, ou a um estudo. Ela é, antes de tudo, uma prática cidadã. “Qualquer pessoa que não tenha acesso ao capital cultural de uma sociedade ‘letrada’ foi roubada em um direito básico de cidadania. Esse roubo retira a possibilidade de autonomia crítica e de trânsito pelas instituições legitimadas por essa sociedade”, finaliza.
Flávio Aquistapace

Três em cada dez alunos entraram em universidades federais em 2010 pelo Enem

RAFAEL TARGINO - UOL EDUCAÇÃO - 10/05/2012 - SÃO PAULO, SP

Três em cada dez estudantes entraram em cursos presenciais de universidades federais em 2010 por meio do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A informação consta do Resumo Técnico do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).
De acordo com o estudo, 79.506 (31,7%) dos 251.059 novos alunos dessas instituições ingressaram após fazer a prova. No país, 15,4% de todos os estudantes –de instituições públicas ou privadas de ensino superior- entraram por meio do Enem. A região Sul é campeã de acessos às universidades federais via Enem. Quase metade dos ingressantes (44,2%) prestou o exame (veja os números completos abaixo).
Para especialistas ouvidos pelo UOL Educação, os números podem mostrar um sinal inicial rumo à democratização do acesso, mas o ideal seria aumentar o número de vagas nas universidades públicas ou estimular políticas como o Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

terça-feira, 8 de maio de 2012

Rio sediará olimpíada internacional de astronomia e astrofísica em agosto

DA REDAÇÃO - G1 GLOBO.COM - RIO DE JANEIRO, RJ - 08/05/2012

O Rio de Janeiro será sede em agosto da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), primeira competição científica de alcance mundial realizada no país. Reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a competição vai acontecer de 4 a 14 de agosto e envolver estudantes de ensino médio de todo o mundo. No Brasil, os estudantes são selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), disputada anualmente desde 1998.
Todos os estudantes competem nas três modalidades de prova: observacional, na qual demonstram seus conhecimentos sobre o céu que podemos ver; teórica, na qual resolvem problemas de astronomia e astrofísica; e, finalmente, a prova prática, em que utilizam e interpretam dados como um astrônomo profissional.
Olimpíada Brasileira será domingo
A prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) será realizada nesta sexta-feira (11). Podem participar alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas, urbanas e rurais, de todo o país.
Em 2011, a olimpíada distribuiu 33.307 medalhas e reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores. A expectativa, esse ano, é atingir a marca de 1 milhão de estudantes.
As provas serão divididas em quatro níveis distintos, de acordo com a escolaridade. Cada exame será constituído de dez perguntas: cinco de astronomia, três de astronáutica e duas de energia. “As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico”, diz o astrônomo e coordenador nacional da OBA, João Canalle.
Os estudantes mais bem classificados vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, de 2013.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O QUE FAZ A FARO SER DIFERENTE DAS OUTRAS FACULDADES DE ENGENHARIA?


                Os cursos da Instituição sempre buscam a qualificação e competência do egresso, adotando para tal, métodos de ensino e aprendizagem diversificados e criativos.

Aula de campo da turma de TGA

                Seus professores são mestres e doutores que dialogam, compartilham, ensinam e aprendem, interagindo com seus alunos, em busca de um saber coletivo e transformador.

Aula realizada no Museu de História Natural
O perfil profissional desenvolvido pelos cursos e suas competências estão em consonância com as exigências do atual contexto sócioeconômico e do mercado de trabalho.
André Rodrigues, estagiário e aluno de Eng. Ambiental

As disciplinas dos cursos de engenharia, tanto do núcleo básico quanto do profissionalizante, são cuidadosamente desenhadas de forma a passar ao aluno o máximo de conhecimento teórico necessário para o mercado de trabalho.



A FARO conta com modernos e equipados laboratórios que fazem com que o aluno associe a teoria à prática, tornando o aprendizado ainda mais eficiente e dinâmico. Há laboratórios em diversas áreas como: Microbiologia e Bioquímica, Topografia e Mecânica dos Solos, Operações Unitárias, Fenômenos de Transporte e Física, Química e Controle Ambiental, Eletricidade e Eletrônica, Informática, Botânica e Ecologia, dentre muitos outros.




quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Descubra se o seu perfil é bem visto na empresa

Na última sexta-feira, dia 28, foi publicada, na Uol Notícias, uma matéria de Bruna Souza Cruz em que são ramificados os perfis dos funcionários que integram as empresas, sendo eles positivos ou negativos. Saiba qual é o seu perfil e a interpretação dos colegas.


Confira oito comportamentos que dificultam a comunicação no trabalho
 

Bruna Souza Cruz
Em São Paulo

Existem certos comportamentos e atitudes que são verdadeiros desastres para quem que ter sucesso na carreira profissional, destaca Lícia Egger-Moellwald, consultora de imagem e etiqueta corporativa. Radical, vaidoso, mal-humorado e autoritário são alguns dos adjetivos que impactam diretamente no bom relacionamento e na boa comunicação dentro do ambiente de trabalho.

Diante desse contexto, a especialista descreve oito perfis comportamentais que dificultam a comunicação na empresa:




Radical
"É aquela pessoa que age sempre intempestivamente, com o coração e não com a razão. Ninguém consegue prever o impacto dos acontecimentos nela e com isso qual será a sua reação. Para as empresas, mesmo que a pessoa seja super capacitada para desempenhar as funções para a qual foi contratada, a falta de equilíbrio é sempre desabonadora."




Vaidoso
"A pessoa vaidosa tende a ser pedante e se coloca em tão alto conceito que acaba sendo antipática. Nós gostamos de pessoas que nos ouvem e que deixam claro o quanto somos importantes. Para uma pessoa que é muito vaidosa esse tipo de gentileza é praticamente impossível."



Mal-humorado
" Pessoas mal-humoradas são desagradáveis porque estão sempre implicando ou colocando defeito nas coisas e no que os outros fazem”. “De modo geral, são pessoas toleradas no ambiente de trabalho e sempre são lembradas pelo aspecto negativo.”



Pessimista
"Tem coisa mais chata do que conviver com alguém que está sempre nos lembrando de como a vida é difícil ou de como somos vulneráveis? As pessoas com esse perfil dificilmente são convidadas para participar de reuniões, festas ou de serem lembradas. Para a vida profissional, ter essa característica é dar um tiro no pé."




Ameaçador
"Certas pessoas quando estão no comando se sentem poderosas ameaçando os que compartilham o dia a dia de trabalho. Acreditam que a ameaça é moeda de troca para o bom desempenho da equipe e consideram que o medo é um fator motivacional poderoso. Porém, essa forma de agir é como um câncer que se irradia por todo o organismo corporativo, causando perdas irreparáveis à saúde dos colaboradores e, sem sombra de dúvidas, à lucratividade da empresa em que atuam."



Autoritário
"Em um mundo em que a grande competência das empresas é a de estimular a co-criação, uma pessoa que impõe suas decisões aos colaboradores e colegas de trabalho seguramente perde pontos. Hoje, a ordem é buscar participação, trabalhar a diversidade e buscar o consenso."



Protelador
"O profissional que tende a levar muito tempo para tomar decisões, para dar respostas para as solicitações e demandas do trabalho deixa claro que não está preparado para atuar num mundo em que a velocidade é uma exigência para o sucesso. Deixar para depois o que deve ser feito hoje, atrasar as respostas e segurar informações ou tomadas de decisões são sempre mal vistos e desmotivantes para a equipe."



Bonzinho
"É aquela pessoa que acaba parecendo chata porque não sabe dar um basta a nada, que se dispõe a abrir mão de coisas importantes para ela, que está sempre cedendo em suas opiniões e que é incapaz de dizer não. Pessoas com esse tipo de comportamento não são assertivas e tendem a serem desrespeitadas e mal avaliadas pelos seus chefes e colegas."





“Podemos dizer que pessoas mal-humoradas, pessimistas ou ameaçadoras são as que mais podem comprometer a comunicação no ambiente de trabalho. Em situações assim, o ambiente é sempre pesado, pois esses profissionais fazem com que suas opiniões e atitudes criem barreiras para o entusiasmo e a criatividade dos demais colaboradores”, explica Lícia.



Como agir

Segundo a especialista, há duas possibilidades viáveis para tentar resolver o problema: uma saída é procurar um momento de descontração e abrir o jogo com o envolvido de forma positiva e nunca na frente de outros colegas. A outra opção é procurar diretamente um profissional da área de recursos humanos (RH) e pedir a sua intervenção.
O papel do RH é alertar os profissionais que possuem comportamentos que não condizem com o esperado e incentivá-los a melhorar e adequar atitudes que não estejam de acordo com a empresa, explica a consultora.

E imaginando que todos gostam de ser bem vistos e queridos a melhor maneira de evitar comportamentos que não sejam bem aceitos, segundo a consultora, é:



Dicas


• Pratique sempre a autoavaliação;
• Saiba reconhecer seus erros e não tenha pudor em pedir desculpas quando necessário;
• Entenda que o sucesso profissional depende em muito da forma como agimos com nossos parceiros de trabalho;
• Busque e aceite a cooperação de todos;
• Lembre-se de que não somos todos iguais e que as diferenças podem melhorar a performance do grupo;

terça-feira, 11 de outubro de 2011

O ícone Steve Jobs

           Na última quarta-feira, 05 de outubro, faleceu o grande empreendedor da Apple, Steve Jobs. Sua morte foi sentida por pessoas do mundo todo, que viam nele um ser incrivelmente visionário e o consideravam um gênio da tecnologia.
          De forma singela, nós gostaríamos de homenagear esse Utopista que, com sua partida, nos deixa um imenso legado. Para isso, segue um texto de Sérgio Antonio Meneghetti.

  

Steve Jobs e a Intuição



Por Sergio Antonio Meneghetti *


Mais um ícone cumpre com a sua importante parte no desenvolvimento do   planeta azul. 

Procurei ler um pouco sobre este software humano e tentar descobrir um   pouco da origem da sua genialidade, e como já esperado, encontrei parte da   chave da mente brilhante do nosso amigo: trabalho, perseverança e   atenção à “intuição”.

Geralmente, o novo vem pelo processo intuitivo, cabe ao receptor ter a bagagem acadêmica e prática para materializar a idéia, é lógica pura.

Curiosamente, o ponto mais avançado da matéria ou ciência, nasce no intimo imaterial, mostrando que nada está desligado neste universo.

Seguem pensamentos de Steve Jobs extraído do site Pensador. Info na UOL e SBT:

Seu tempo é limitado, então não percam tempo vivendo a vida de outro. Não sejam aprisionados pelo dogma – que é viver com os resultados do pensamento de outras pessoas. Não deixe o barulho da opinião dos outros abafar sua voz interior. E mais importante, tenha a coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles, de alguma forma, já sabem o que você realmente quer se tornar.   Tudo o mais é secundário.

..........

No tempo em que Steve Jobs comandou a Apple, a empresa pouco se preocupava em fazer pesquisas sobre o lançamento de novos produtos, porque ele sempre se antecipava.

E citava Henry Ford, que fez automóveis em grande quantidade, para justificar que a intuição e o conhecimento funcionam melhor do que uma pesquisa. 

Steve Jobs

Fica a minha gratidão a este irmão que, pelo seu trabalho, melhorou a minha vida.
 

*Sérgio Antonio Meneghetti  (Químico, poeta e escritor; Embaixador Universal da Paz  - França - Genebra - Suiça - Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix; Autor dos livros: “Intuição, Ferramenta de Trabalho” e “Liberdade da Consciência”)


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O poder da tecnologia


         Que as tecnologias estão sendo valorizadas e utilizadas por uma quantidade de pessoas a cada dia já não nos surpreende. Talvez  o que possa deixar algumas pessoas incrédulas é o fato de que os adolescentes e adultos preferem o acesso à internet, ao invés de passear, namorar ou possuir um carro.
          Para comprovar esta tese, a empresa de tecnologia Cisco Systems, que desenvolve produtos relacionados às novas tecnologias, realizou uma pesquisa com jovens de até 30 anos em 14 países, incluindo-se o Brasil, que por sua vez mostrou que essa realidade da geração Y e Z vem tomando o seu espaço perante outros bens materiais e sentimentais que até então eram prioridades na vida do ser humano.
           Para melhor análise da pesquisa, vamos contar com a matéria do jornalista, Felipe Vanini Bruning da Folha.com(segue abaixo a matéria),  que detalha a parte positiva e negativa em ser um navegador sem controle.





Jovens dão mais valor à internet que ao namoro, moradia e carro



Catraca Livre em 21/09/2011

por Felipe Vanini Bruning, da Folha.com

A internet passou a ser tão necessária para estudantes e profissionais quanto água, comida e moradia, segundo uma pesquisa da empresa de tecnologia Cisco, realizada com jovens de até 30 anos em 14 países.

No Brasil, três em cada cinco estudantes e jovens profissionais fizeram essa afirmação. Eles ainda disseram que, entre um carro e a internet, preferem acesso à rede.

Além disso, 72% dos universitários brasileiros afirmaram que preferem navegar na internet a namorar, ouvir música e sair com os amigos.

E essa ênfase na internet se repetiu entre universitários de países como China (59%), Espanha (54%) e Índia (54%).

Apenas na França o namoro prevaleceu na dianteira das opções, com 54%.

No campo profissional, 75% da chamada geração Y brasileira afirmou não viver sem a internet.

“Para essa geração, mais importante que o contato físico é estar conectado o tempo todo nas redes sociais”, diz o presidente da Cisco, Rodrigo Abreu.

“Está ocorrendo uma substituição de atividades tradicionais pela maior conectividade.”

A pesquisa indica que 70% dos jovens profissionais globalmente possuem entre seus contatos colegas de trabalho.

Para Abreu, isso significa que a utilização de redes no trabalho, proibida por algumas empresas, estaria com os dias contados.

“Isso vai equivaler a impedir o funcionário de trabalhar.”

Segundo ele, empresas atentos a essas mudanças de perfil terão mais sucesso em reter talentos.

“A internet virou um elemento essencial da vida.”

Matéria originalmente publicada na Folha.com