quinta-feira, 31 de maio de 2012

Batimetria


Alunos de TGA 2011 realizam aula prática de campo sobre o Método Batimetria.

No dia 26/05/2012, foi realizada uma aula conjunta entre os professores Domingos Vaz e Marcos dos Anjos, com a turma de TGA 2011. O prof. Marcos descreveu a aula prática de campo da seguinte forma:

"Nossa proposta é de irmos ao ribeirão Guaratinguetá, trecho da Capituba de baixo, para realizarmos, em campo, coletas de dados pelo "método de batimetria", a fim de trabalharmos, em sala de aula,os seguintes itens: volume, vazão, velocidade, entre outros dados dos corpos d´água".
 
Foram utilizados os seguintes instrumentos dos laboratórios da FARO: 08 balisas, 02 trenas, 1 rolo de barbante e 1 estilete.

Como atestam as fotos, foi um momento de grande aprendizado prático e integração, entre os estudantes da turma de Tecnologia em Gestão Ambiental da Faculdade de Roseira - FARO. 

Nas próximas disciplinas do curso ocorrerão mais atividades práticas!



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Palestra

Boas Práticas Empresariais
Realizada no dia 22/05, das 19h às 20h30, no auditório da FARO.
Contamos com a participação dos alunos dos cursos de engenharia, manutenção industrial e de gestão ambiental, bem como da direção acadêmica e professores da FARO.







Palestrante: Engenheiro Samuel Protetti
Graduado em Engenharia Ambiental, pós-graduado em Educação Ambiental pelo SENAC e com MBA Executivo em Administração de Empresas, com ênfase em Recursos Humanos pela FGV. Atua há 16 anos nas áreas de Sustentabilidade, Meio Ambiente, Desenvolvimento Humano e Desenvolvimento Local Sustentável, junto a empresas, governos e ONG’s. É Facilitador formado pelo Schumacher College (Inglaterra) e pela GTZ , empresa do governo alemão de cooperação internacional. Foi Coordenador de Educação para Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO/BASF e atualmente é Coordenador de Projetos do Instituto 5 Elementos e sociodiretor da Protetti Consultoria.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

DÉCIMA SEMANA NACIONAL DE MUSEUS


O mundo está nos lugares, assim como os lugares estão no mundo” (Milton Santos).
  

Objetivo das atividades e da mostra


Considerando os desafios e as transformações do mundo atual, como integrar antigas e novas identidades na construção da cultura regional?

Como é possível manter a identidade valeparaibana sem deixar de considerar as novas formas de comunicação e as manifestações culturais dos tempos atuais?

Como resposta, surge a inspiração de valorizar a integração entre aspectos culturais tradicionais e aspectos culturais contemporâneos, construindo uma identidade regional rica e diversificada, sem que sejam perdidos os valores históricos específicos do Vale do Paraíba paulista.

A realização dos eventos de forma integrada entre Ecomuseu da Fazenda Boa Vista e Faculdade de Roseira/FARO visa a incentivar a conscientização, a educação ambiental e a manutenção dos valores socioambientais da identidade e da cultura regional.

Resultados esperados: levar os participantes das atividades a compreenderem como as diversas formas de manifestação artística contribuem para a permanente (re)construção de uma identidade regional, particular sim, mas não desvinculada das influências da Globalização.

Veja as fotos dos eventos realizados na FARO na Décima Semana Nacional de Museus :


 Visita escolar monitorada: trilha ecológica e tour histórico, realizados pelos professores Efigênia e Gerson, na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica- RBMA – Posto Avançado de Roseira e Ecomuseu da Fazenda Boa Vista.

Trilha:

Museu:

Senzala:

Lanche no Deque:

Viveiro:

Apresentação de Equipamentos militares (Bombeiros).
Local: Estacionamento 1 – Faculdade de Roseira-FARO
          
Exposição de fotos e pintura dos artistas Ricardo Montenegro e Thamires César.
Exposição: Artesanato regional
Local: Biblioteca “Professor José Luiz Pasin” - Faculdade de Roseira - FARO

Oficina de Kickboxing, com Marcos Tadeu, campeão mundial na Croácia
Local: Espaço da Cantina: Faculdade de Roseira - FARO

Apresentação Musical do Prof. Rafael Paixão-FARO
Local: Espaço da Cantina: Faculdade de Roseira - FARO

Após os eventos da Semana Nacional dos Museus continua o Ciclo de Palestras.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Brasil enfrenta o desafio de formar novos leitores

No dia 23 de abril, o governo federal anunciou um investimento, via ministério da Cultura, de R$373 milhões na construção e revitalização de bibliotecas; contratação de agentes de leitura e na realização de feiras e festivais de literatura. Segundo a chefe da pasta, Ana de Hollanda, “a leitura não é um ato reflexo, aprendido naturalmente. É resultado de uma sofisticada operação, aprendida ao longo de anos e que, por isso mesmo, precisa ser cultivada cuidadosamente, para além dos muros da escola”.
Reconhecer na leitura um raciocínio crítico significa reputar ao leitor o papel de produtor de sentidos, capaz de romper com os aspectos superficiais do texto. É quando a atividade ganha outros significados, conferindo ao sujeito aquilo que os estudiosos chamam de “competência leitora”. A posição é defendida pelapesquisadora e doutoranda em História da Leitura, Rosária Boldarine. “A competência leitora não é uma qualidade inata. Requer um trabalho árduo que deve ser iniciado na escola”, adverte.
Pesquisa revela que 75% dos entrevistados jamais pisaram em uma biblioteca.
No momento em que o país passa por um desenvolvimento econômico inigualável, com queda nas taxas de mortalidade infantil e aumento dos índices de escolaridade na última década, segundo o Censo 2010 do IBGE  ainda que a passos lentos, e muito distante do alcançado por países ricos –, surge no horizonte o desafio de devolver à leitura o prestígio e a utilidade de outrora.
Pesquisa encomendada pelo Instituto Pró-livro e Ibope Inteligência, a terceira edição do mapeamento “Retratos da Leitura no Brasil”, mostra que ler está entre as atividades menos cotadas dos entrevistados. O total de pessoas que afirmam cultivar o hábito de ler em seu tempo livre caiu, entre 2007 e 2011, de 36% para 24%.
Outro dado levantado pelo estudo, um dos mais repercutidos, dá conta que 75% dos entrevistados jamais pisaram numa biblioteca.
Para atrair potenciais leitores, as novas bibliotecas a serem construídas pelo governo estarão situadas em locais que reúnem outras atividades além da leitura, como é o caso dos telecentros e praças. Acredita-se que a diversidade de usos possa gerar uma nova circulação de interesses, aproximando as pessoas dos livros.
Novos Leitores
A formação de novos leitores normalmente acontece pela convivência e pelo estímulo desempenhado por outros atores sociais, tais como a família, demais leitores e até professores. Segundo a pesquisadora Boldarine, “um leitor dificilmente se forma sozinho. Inúmeros estudos indicam a necessidade de um mediador no início da prática leitora”.
Incidem também nos costumes as transformações históricas recentes nos arranjos familiares tradicionais. “Com a entrada da mulher no mercado de trabalho, e as novas configurações para a família, as crianças dificilmente têm em casa um momento para que o incentivo à leitura ocorra”, avalia Boldarine.
Escola
Formar leitores no ambiente escolar, sujeito a todas as regras da convivência institucional, ainda é um desafio. “A leitura aparece como uma forma de controle do professor sobre o aluno”, argumenta a professora Raquel Lazzari, livre-docente em Didática pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp). “O aluno passa a atuar como tradutor da leitura do professor, e não como leitor”, diz.
Geralmente, é necessário um mediador no início da prática leitora.
“Muitas vezes o aluno internaliza o princípio segundo o qual sua leitura deve ser balizada pelas referências construídas pelo professor”, alerta Lazzari. Segundo ela, embora as práticas de leitura estejam vinculadas à escolaridade, é necessário debater como ampliá-las dentro e fora da sala de aula.
Para Lazzari, é importante criar uma condição favorável para avaliar as situações em que a leitura ocorre, tais como os critérios ao se decidir por esse ou aquele texto. “Muitas vezes ensina-se literatura para aprender Gramática, História ou para redigir melhor. Mesmo obras de reconhecido valor artístico perdem na escola seu poder de encantamento. Houve avanços, mas ainda há muito por fazer”, reforça a professora.
Lazzari aponta ainda que a leitura não está destinada apenas a apreensão de um conteúdo, ou a um estudo. Ela é, antes de tudo, uma prática cidadã. “Qualquer pessoa que não tenha acesso ao capital cultural de uma sociedade ‘letrada’ foi roubada em um direito básico de cidadania. Esse roubo retira a possibilidade de autonomia crítica e de trânsito pelas instituições legitimadas por essa sociedade”, finaliza.
Flávio Aquistapace

Três em cada dez alunos entraram em universidades federais em 2010 pelo Enem

RAFAEL TARGINO - UOL EDUCAÇÃO - 10/05/2012 - SÃO PAULO, SP

Três em cada dez estudantes entraram em cursos presenciais de universidades federais em 2010 por meio do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A informação consta do Resumo Técnico do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais).
De acordo com o estudo, 79.506 (31,7%) dos 251.059 novos alunos dessas instituições ingressaram após fazer a prova. No país, 15,4% de todos os estudantes –de instituições públicas ou privadas de ensino superior- entraram por meio do Enem. A região Sul é campeã de acessos às universidades federais via Enem. Quase metade dos ingressantes (44,2%) prestou o exame (veja os números completos abaixo).
Para especialistas ouvidos pelo UOL Educação, os números podem mostrar um sinal inicial rumo à democratização do acesso, mas o ideal seria aumentar o número de vagas nas universidades públicas ou estimular políticas como o Sisu (Sistema de Seleção Unificada).

terça-feira, 8 de maio de 2012

Rio sediará olimpíada internacional de astronomia e astrofísica em agosto

DA REDAÇÃO - G1 GLOBO.COM - RIO DE JANEIRO, RJ - 08/05/2012

O Rio de Janeiro será sede em agosto da Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), primeira competição científica de alcance mundial realizada no país. Reconhecida pela União Astronômica Internacional (IAU), a competição vai acontecer de 4 a 14 de agosto e envolver estudantes de ensino médio de todo o mundo. No Brasil, os estudantes são selecionados a partir da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), disputada anualmente desde 1998.
Todos os estudantes competem nas três modalidades de prova: observacional, na qual demonstram seus conhecimentos sobre o céu que podemos ver; teórica, na qual resolvem problemas de astronomia e astrofísica; e, finalmente, a prova prática, em que utilizam e interpretam dados como um astrônomo profissional.
Olimpíada Brasileira será domingo
A prova da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) será realizada nesta sexta-feira (11). Podem participar alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas, urbanas e rurais, de todo o país.
Em 2011, a olimpíada distribuiu 33.307 medalhas e reuniu 803.180 alunos de 9.153 escolas de todas as regiões do país, envolvendo 64.890 professores. A expectativa, esse ano, é atingir a marca de 1 milhão de estudantes.
As provas serão divididas em quatro níveis distintos, de acordo com a escolaridade. Cada exame será constituído de dez perguntas: cinco de astronomia, três de astronáutica e duas de energia. “As questões serão, em sua maioria, de raciocínio lógico”, diz o astrônomo e coordenador nacional da OBA, João Canalle.
Os estudantes mais bem classificados vão integrar as equipes que representarão o país nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica, de 2013.